Para acatar feliz o meu destino
Devo na vida evitar comparações.
Serei mera rabeca ou violino
Dependendo das futuras gerações.
Todavia a tentação de vaticínios
Também a mim me pega e angustia.
Escolher entre vinho e laticínios
Não foi a minha escolha da poesia.
Nasci poeta, o verso me tomou
Quando ainda nem bebia o mate
E acho que o vento me levou.
Na alma sou refém do Minuano
Que me cobra uns sonetos de resgate
Quando por mim passa a cada ano...
13/09/2001
quinta-feira, 27 de janeiro de 2011
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário